Máfia Indígena: a torcida da Associação

Máfia Indígena: a torcida da Associação

Máfia Indígena: “Aqui é Índio!”

A torcida da Associação

Torcida organizada ou torcida uniformizada, é a associação de torcedores de um Determinado clube esportivo. Elas formam associações buscando a melhor maneira de apoiar o time com bandeiras, cantos, mosaicos e performances dentro e fora do estádio. No Brasil o time precursor, que teve a primeira torcida organizada foi o São Paulo Futebol Clube, criada em 1939.

Arcos tem seus times de futebol e também suas torcidas organizadas e, nesta matéria, o Jornal CCO vai contar um pouco da história de uma delas: a Máfia Indígena, a torcida da Associação Atlética Arcoense (AAA).

A Máfia Indígena surgiu de uma expressão muito usada pelo ex-presidente da Associação, Geraldo Neves Zuquim, que sempre dizia “A Máfia Indígena”, ao referir-se à torcida da AAA.

Geraldinho, como também é chamado o ex-presidente do AAA, em 2010 resolveu mandar fazer um “bandeirão” , a partir das doações de alguns torcedores, o que permitiu a compra do tecido e da confecção. A pintura foi da bandeira foi uma doação de Fábio Bany, integrante da Máfia Indígena. Foi a bandeira acabou consolidando o nome da torcida. “Depois da bandeira pronta, a aceitação do nome pela torcida foi rápida e espontânea, com adesão da maioria dos torcedores” – conforme Bany.

De 2010 para cá, são doze anos de grandes festas e comemorações nos estádios, poliesportivo e em campos de futebol “society”. A Máfia Indígena acompanha a Associação aonde ela for, presente e vibrante em todos os jogos empurrando e apoiando o time em todos os momentos.

Bany afirma: para participar é só aderir, não há taxas de contribuição, regras ou regulamentos. Basta ir ao estádio e estar pronto para animar o time, clamando: “Aqui é Índio”.

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