Moradora do Córrego das Almas relata problemas verificados na comunidade

Moradora do Córrego das Almas relata problemas verificados na comunidade

Lixo nas zonas rurais

Moradora do Córrego das Almas relata problemas verificados na comunidade

Ao receber informações sobre problemas relacionados ao descarte de lixo na zona rural, o Jornal CCO entrevistou Amélia Ferreira Maia de Souza, moradora da comunidade do Córrego das Almas. Segundo ela, o lixo é depositado em caçamba, para coleta, mas é de costume ter lixo fora dela.

Ela relatou que pode acontecer de algum morador estar jogando o lixo do lado de fora, mas acredita que esse ato é decorrente dos visitantes, considerando que já viu cidadãos vindo da rodovia e levando os resíduos. “A maioria é o pessoal de fora, são inúmeras vezes que a gente passa lá e têm carros vindo sentido da BR pra cá, com lixo e caminhonete de firma”, relata a moradora. 

Amélia Souza também disse que são vistos muitos cães abandonados no local e eles ficam ao redor da caçamba. Ela acredita que esses animais podem estar subindo em busca de alimento e jogando os resíduos para fora. 

É frequente o acúmulo de sujeira, segundo Amélia Souza. No entanto, ela disse que a situação já foi pior. Está melhorando e sendo conservado limpo por mais tempo. “Deu uma melhoradinha, porque estava pior. Tinha tanto lixo lá que vinha um e colocava fogo, aí ficava fumaça o dia inteiro”. 

A moradora conta que algumas pessoas buscam os resíduos para a reciclagem e também jogam sujeira para fora. Ela ressalta que plásticos se espalham pelo meio ambiente, inclusive perto da água que é tratada para vir para cidade. “Ninguém está muito preocupado com o meio ambiente; e a água daqui vai lá pra cidade. Tá certo que vai ser tratada, mas pra que sujar? Cada um tinha que fazer sua parte, né!”, salienta a moradora. 

Segundo Amélia Souza, outro problema é que empossa água em recipientes e a consequência é o aparecimento do mosquito transmissor da dengue. Apesar de existirem mais predadores para os mosquitos na zona rural, ela relatou sobre um vizinho que contraiu a doença. 

A caçamba, conforme disse a moradora, é buscada por servidores da Prefeitura três vezes por semana, em média. 

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