Mercearia do Gilberto: tradição no comércio de Arcos

(Artigo publicado pelo Jornal CCO impresso em 05/06/2021) – Edição 2105

Marlon Santos

O filho de Aparecida Rodrigues da Silva e José Roberto da Silva (Zé Firmiano) administra um comércio desde de 1997, que se tornou uma tradição em se tratando de mercearia.

Casado com Nilva Aparecida de Oliveira (Nilva da Fumusa), o casal tem dois filhos: Augusto Oliveira Silva e Alice Oliveira Silva. Gilbertinho, como é conhecido popularmente, é proprietário da Mercearia do Gilberto e se orgulha do carinho da clientela.
Em relação ao seu comércio e à sua família, ele diz em tom de entusiasmo: “Tenho motivos para ser feliz, pois tenho um comércio que já é uma tradição em Arcos e uma família que me orgulha”.

A Mercearia do Gilberto tem todos os quesitos em se tratando de alimentação, bebidas, utensílios domésticos e também vende materiais de pesca em geral. Para além desses, são vendidos produtos típicos da nossa região, como o tradicional café moído na hora, o fubá de moinho d’água e os deliciosos queijos regionais e da Canastra.

De origem humilde, Gilbertinho é da zona rural de Córrego das Almas e trabalhou em São José dos Campos e em Uberlândia no setor de comércio. Também trabalhou na Andrade Gutierrez, na Arcal e na Itaú. Depois disso, atuou como representante comercial na região Centro-oeste de Minas Gerais. O diferencial da Mercearia do Gilberto é o bom atendimento aos clientes, pautado no respeito em relação aos mesmos e às suas famílias.

Também recebem  pedidos por telefone e fazem entrega de compras em domicílio, sem cobrança de taxas. Além disso, as formas de pagamento são variadas e incluem cartão de débito e de crédito e todos os tipos de ticket alimentação.

A mercearia do Gilberto está situada na rua Chiquita Raimundo, 135, bairro Brasília. Os telefones de contato são 3351-3201 ou 99967-6740, que recebem tanto ligações quanto mensagens pelo WhatsApp.

 

Sem perspectivas

O futebol profissional  caminha de forma rápida. Mas, quando nos referimos ao futebol amador, as perspectivas não são nada otimistas, pois a situação continua indefinida em todos os aspectos. Se no profissional, as dificuldades têm sido enormes em relação ao retorno aos gramados, no amadorismo, a situação é praticamente impossível para se ter um retorno às quatro linhas.

O futebol amador é como um “caminho cheio de pedras”, que vive da persistência de alguns abnegados que tentam manter essa chama acesa, uma atitude que merece todos os elogios. Mas, afirmar que em determinado momento tudo voltará ao normal é como afirmar que “pedra vai se tornar ouro”, ou seja, não se tem certeza de absolutamente nada. Se dependesse do entusiasmo de certos dirigentes, a bola estaria rolando, mas não tem como prever. Os clubes de Arcos e região encontram-se totalmente inativos e sem projetos para um futuro próximo. Alguns torneios chegaram a iniciar em algumas cidades da região, outros sequer iniciaram e ficaram apenas no papel, algo inimaginável até certo momento. Atualmente, os clubes cuidam de seus estádios, em relação à higiene, e tentam manter as finanças em dia. Já se tratando dos atletas, são praticamente nulas as ações vindas dos diretores. Quem imaginava uma situação dessas? Acredito que praticamente nenhum desportista e muito menos o apaixonado torcedor.

Portanto, seguimos sem sequer ter uma posição de futuro esportivo de Arcos. Seguimos os dias sem saber ao certo o que esperar nos próximos meses. Concorda?

 

Previsão

Existe uma previsão (?) que talvez tenhamos bola rolando no mês de agosto, ou seja, daqui a praticamente 60 dias. Mas essa previsão tem que ser repensada e, portanto, não “temos uma luz no fim do túnel”, algo que intriga os dirigentes. O chefe do Executivo, que se proclama um amante do esporte, não se pronuncia e assim vamos seguindo os dias com indefinições. Sempre é bom lembrar que durante a campanha eleitoral do ano passado tínhamos bola rolando e contando com a presença de diversos candidatos a uma vaga no Legislativo e também dos postulantes ao cargo de chefe do Executivo.

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