Fibromialgia, Depressão e Ansiedade

(Artigo publicado pelo Jornal CCO impresso em 28/11/2020) – Edição 2079

Psicóloga Jaqueline Prado

A ansiedade, assim como a depressão, pode ser uma fonte de influência, formando um círculo vicioso, onde um influencia negativamente no outro. Quando existe a fibromialgia, ela tende a piorar se a pessoa ficar depri-mida, pois o cérebro sofre a influên-cia das emoções na interpretação da dor.

O trabalho do psicólogo nesses quadros é atuar no processo de ansiedade e depressão. A psicoterapia auxilia o paciente, trazendo uma melhor compreensão para interpretar, de forma mais clara, suas atitudes frente à dor e aos demais sintomas da fibromialgia. Com esse trabalho, se torna possível fazer o enfrentamento de forma mais eficaz, pois se trata de uma dor sem lesão e, por isso, algumas pessoas não acreditam na dor que o outro relata sentir, mas é uma dor real.

Éssa dor é comum aparecer logo após graves situações de ordem física ou emocional, a exemplo de alguma infecção ou trauma emocional. Pode-se dizer que a fibromialgia faz com que o cérebro da pessoa interprete de forma exagerada os estímulos, elevando a sensação da dor.

A fibromialgia pode apresentar alguns sintomas como: fadiga acompanhada de tontura, dores de cabeça, cansaço ao acordar, ansiedade e em alguns casos, depressão.

Colunas